Mais de cinco meses depois de ter entrado em vigor a linha de crédito para ajudar os desempregados a suportar os encargos com o crédito à habitação, os bancos já aceitaram 1431 perdidos de adesão.
Só nos últimos dois meses foram registados 649 pedidos de ajuda para os créditos à habitação dos desempregados, contra os 782 pedidos verificados até final de Agosto, segundo o "Correio da Manhã".
Com o desemprego e o crédito malparado a disparar, o Governo avançou em Março com medidas de apoio para reduzir os encargos dos desempregados com o empréstimo da casa.
As famílias em que pelo menos um dos titulares do crédito esteja desempregado podem, desde o dia 13 de Maio, dirigir-se ao balcão do seu banco e pedir para aderir à moratória do Governo.
Segundo a lei, cumpridos os requisitos, têm direito a adiar o pagamento de 50% do valor da prestação mensal, por um período máximo de 24 meses.
Fonte: Economico
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domingo, 25 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Estado obrigado a pagar aos fornecedores em 30 dias
A directiva comunitária que obriga o Estado a pagar aos seus fornecedores num prazo máximo de 30 dias entra em vigor em Junho de 2010, recorda o “Jornal de Notícias”.
O “Small Business Act” aprovado pela Comissão Europeia em Junho de 2008 entra em vigor a partir de Junho de 2010, e reduz de 129 para 30 dias o prazo limite que o Estado português tem para pagar aos seus fornecedores.
O “Jornal de Notícias” acrescenta que, se o Estado português não cumprir com as determinações comunitárias, irá perder apoios financeiros de Bruxelas.
Fonte: Economico
O “Small Business Act” aprovado pela Comissão Europeia em Junho de 2008 entra em vigor a partir de Junho de 2010, e reduz de 129 para 30 dias o prazo limite que o Estado português tem para pagar aos seus fornecedores.
O “Jornal de Notícias” acrescenta que, se o Estado português não cumprir com as determinações comunitárias, irá perder apoios financeiros de Bruxelas.
Fonte: Economico
Desempregados esquecem moratória para pagar a casa
De um universo de 300 mil pessoas só 863 recorreram à ajuda ao Estado.
O apoio do Estado para ajudar os desempregados a pagar o empréstimo à habitação está a ter uma aceitação muito limitada por parte dos potenciais beneficiários. De acordo com dados da Direcção Geral do Tesouro e das Finanças a que o Económico teve acesso, ao fim de quatro meses e meio de efectiva aplicação da medida, há apenas 863 pessoas a beneficiar dela. Quando a moratória foi lançada, o Executivo de José Sócrates tinha apontado um universo potencial de 300 mil pessoas.
O programa já está em vigor e no terreno desde a última semana de Junho e permite aos desempregados adiar o pagamento de metade da prestação do crédito à habitação durante um período máximo de 24 meses. Contudo, e embora existam mais de meio milhão de desempregados, nem mil pessoas estão a beneficiar do apoio.
Fonte: Economico
O apoio do Estado para ajudar os desempregados a pagar o empréstimo à habitação está a ter uma aceitação muito limitada por parte dos potenciais beneficiários. De acordo com dados da Direcção Geral do Tesouro e das Finanças a que o Económico teve acesso, ao fim de quatro meses e meio de efectiva aplicação da medida, há apenas 863 pessoas a beneficiar dela. Quando a moratória foi lançada, o Executivo de José Sócrates tinha apontado um universo potencial de 300 mil pessoas.
O programa já está em vigor e no terreno desde a última semana de Junho e permite aos desempregados adiar o pagamento de metade da prestação do crédito à habitação durante um período máximo de 24 meses. Contudo, e embora existam mais de meio milhão de desempregados, nem mil pessoas estão a beneficiar do apoio.
Fonte: Economico
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Portugal emite 750 milhões em Obrigações do Tesouro
O Estado português colocou hoje no mercado 750 milhões de euros em Obrigações do Tesouro com maturidade em Abril de 2037.
O juro médio desta emissão fixou-se 4,598%, informou o Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP).
A dívida pública portuguesa está classificada em "Aa2" e "AA" pela Moody's e pela Fitch, respectivamente. Já a Standard and Poor's baixou o ‘rating' de Portugal para "A+" no início deste ano.
Fonte: Economico
O juro médio desta emissão fixou-se 4,598%, informou o Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP).
A dívida pública portuguesa está classificada em "Aa2" e "AA" pela Moody's e pela Fitch, respectivamente. Já a Standard and Poor's baixou o ‘rating' de Portugal para "A+" no início deste ano.
Fonte: Economico
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