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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Ouro supera os 1.167 dólares, novo recorde


Os preços do ouro voltaram hoje a bater um novo recorde, o sexto em duas semanas, com os investidores a comprarem esta matéria-prima como alternativa ao dólar.

Às 12h31, o ouro era negociado nos mercados internacionais a subir 1,30% para os 1.165,53 dólares, depois de ter sido já negociado num novo máximo nos 1.167,88 dólares.

Os especialistas explicam que todas as previsões apontam para uma queda continuada do dólar, devido ao aumento do desemprego nos EUA e ao disparar do défice comercial norte-americano.

“O sentimento é muito positivo e o ouro está a parecer um investimento cada vez mais atraente. O interesse dos investidores passou de ser apenas dos que procuram protecção contra a queda do dólar para outros interesses mais importantes, uma vez que os bancos centrais também estão a efectuar compras”, explicou à Bloomberg Stefan Graber, analista do Credit Suisse.


Fonte: Economico

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Queda do dólar leva ouro a novo recorde


Os preços do ouro atingiram hoje os 1.108 dólares nos mercados internacionais, uma vez que a desvalorização do dólar está a levar os investidores a procurar este metal como defesa contra a inflação.

Às 8h47, o ouro era negociado a subir 1,22% para 1.106,38 dólares por onça 'troy' (31,1 gramas), depois de ter sido já negociado durante a madrugada nos 1.098,43 dólares, o valor mais elevado de sempre.
Os especialistas justificam esta subida com o facto do dólar norte-americano estarem em queda nos mercados cambiais, o que leva os investidores a comprarem matérias-primas como meio de preservarem a sua riqueza.
"O ouro está inextricavelmente ligado ao dólar. Todas as matérias-primas estão a reflectir a fraqueza do dólar, e a subida do ouro para níveis recorde é um resultado do apetite dos investidores em comprar activos de refúgio", explicou à Bloomberg Geoff Clear, director para as matérias-primas do Australian & New Zealand Banking Group.


Fonte: Economico

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ouro tem de subir mais 117% para atingir máximo histórico real


Em valores ajustados à inflação, o ouro está ainda 50% abaixo do atingido no ‘rally’ de 1980.
O ouro batia na semana passada o valor mais alto de sempre, nos 1.072 dólares a onça. Mas, apesar do valor recorde, o metal está ainda cerca de 53% abaixo do seu máximo histórico real. Como se explica o raciocínio? Pelo efeito da inflação, que mostra que, apesar das recentes subidas, o ouro já esteve bem mais caro.
No início de 1980 o preço do ouro atingia o pico nos 873 dólares a onça, depois de escalar mais de 100% em menos de dois meses. Desde então, o preço do metal precioso ganhou apenas 21%, enquanto os preços no consumidor mais que triplicaram. Ou seja, os 873 dólares de 1980 correspondem hoje a 2.287 dólares em valores ajustados à inflação.

Isto significa que o ouro vai continuar a subir?
Embora esteja ainda muito abaixo do seu máximo histórico real nada indica que o ouro venha a atingir esses valores tão cedo.


Fonte: Economico