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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Forte procura vai colocar petróleo nos 85 dólares

O Goldman Sachs acredita que a "robusta" procura de combustíveis na China vai impulsionar os preços do petróleo, que deverão atingir os 85 dólares por barril no final do ano.

"A procura de petróleo na China comanda o processo e os EUA surgem logo a seguir", defendem os analistas do Goldman numa nota de análise divulgada hoje, na qual referem acreditar na recuperação do consumo de petróleo nos mercados emergentes, o que vai impulsionar os preços do crude.

As necessidades de produtos refinados na China, o segundo maior consumidor de energia do mundo, aumentaram em 600 mil barris por dia no terceiro trimestre do ano, isto pelo facto de a economia do país ter crescido 8,9% entre Julho e Setembro, explicam os mesmos peritos.

O Goldman Sachs estima que o barril de petróleo vai chegar aos 82,50 dólares ainda neste trimestre e rondará, em média, os 110 dólares em 2010, defendendo que os "fundamentais seguem na direcção correcta", mesmo apesar da procura nos EUA continuar fraca.

O contrato de Novembro do West Texas Intermediate, petróleo de referência nos Estados Unidos, negociava hoje a perder 0,52% para 80,08 dólares o barril em Nova Iorque, enquanto o ‘brent’, a referência para as importações portuguesas, recuava 0,42% para os 78,59 dólares em Londres. Esta é a terceira sessão consecutiva de perdas, depois de na passada quarta-feira os preços do petróleo terem tocado máximos de um ano.


Fonte: Economico

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Petróleo sobe há quatro semanas com retoma nos EUA

Os preços do petróleo estão em alta nos 80 dólares, prestes a registar a quarta semana consecutiva de subidas, graças às expectativas de uma recuperação do consumo nos Estados Unidos.

Às 7h30, o barril de ‘brent’ (petróleo de referência para as importações portuguesas) para entrega em Novembro subia 0,47 dólares para os 79,98 dólares em Londres, enquanto que à mesma hora o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) avançava 0,35 dólares para 81,54 dólares em Nova Iorque.

Esta semana, os preços do crude acumulam ganhos de 4%, beneficiando da subida das bolsas, causada pelos resultados acima do esperado divulgados pelas empresas, os quais aumentaram a especulação de que a recessão terá acabado e que os Estados Unidos vão regressar ao forte consumo de combustível existente antes da crise.

“Relativamente à retoma económica, damos três passos em frente, e um atrás. É uma recuperação com percalços, mas o pior já acabou. A maior recuperação é nas áreas que se dedicam às exportações para a China. A tendência do petróleo é de continuar a subir”, disse à Bloomberg Gordon Kwan, director de pesquisa energética regional da Mirae Asset Securities.

Fonte: Economico

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Conheça os três melhores fundos que apostam no petróleo

O ouro negro está a subir com as perspectivas de recuperação económica. Em média, os fundos de energia ganham 15% a 12 meses.
E se de repente olhasse para o saldo da sua carteira e reparasse que os seus investimentos tinham crescido 20% nos últimos três meses? A situação não é hipotética. Quem investiu no último trimestre em fundos de investimento de energia obteve até agora um ganho de 20%, segundo a média de rendibilidades divulgada pela Morninsgtar. O petróleo parece ser o grande "culpado" por esta valorização.
Há uma semana, o ouro negro bateu o valor mais elevado deste ano, subindo para os 75 dólares. As perspectivas de que a recuperação económica já está em curso levaram a OPEP a actualizar em alta as suas estimativas sobre a procura desta matéria-prima, para 2010. Contas feitas, a organização subiu em 200 mil barris por dia a procura de petróleo, em 2009 e 2010.
Mas não é apenas a melhoria de perspectivas que ajuda a impulsionar os preços desta matéria-prima. A fraqueza do dólar - divisa em que é cotada o ouro negro- também contribuiu para a tendência altista.

Para já, a generalidade das previsões dos especialistas aponta para que, pelo menos até ao final do ano, os preços desta matéria-prima se situem no nível dos 75 dólares. Uma visão confirmada pela 'poll' de 36 analistas da Reuters, por um estudo do Barclays Capital e também pelos mercados de futuros. No Nymex, por exemplo, o contrato de futuro para o crude em Dezembro deste ano negoceia nos 75,54 dólares. Mas no próximo ano, os preços poderão vir a dar um salto.
Na semana passada, os responsáveis pela Agência Internacional de Energia (AIE) alertaram que a queda dos investimentos na exploração e produção de petróleo aumentou o risco de registarmos um pico dos preços do ouro negro no futuro. A AIE refere que houve uma quebra de investimento de 100 mil milhões de dólares na indústria mundial de petróleo, o que representa uma queda de 20% face aos valores registados em 2008.
Desde o início do ano, o crude em Nova Iorque já escalou 69% para os 75,39 dólares. Em Londres, o brent seguiu o mesmo caminho e valorizou 56% no mesmo período.
Perante estes dados, não é de admirar que, no top das participações dos 10 fundos de investimento de energia com melhores desempenhos a 12 meses, estejam, invariavelmente, nomes de grandes petrolíferas. Há nomes que se repetem. Empresas como BP, Total, BG, Exxon e Chevron estão entre os nomes com maior peso. Segundo os dados da Morningstar, os 37 fundos e subfundos de investimento que apostam no sector energético e que são comercializados em Portugal apresentam em média uma rendibilidade a 12 meses de 15,6%. E não há nenhum fundo que neste período apresente uma rendibilidade negativa - o pior fundo tem uma performance de 3%.
Uma das vantagens destes fundos tem a ver com o facto de não apostarem apenas em acções de petrolíferas mas também em firmas que operam em outras áreas do sector, nomeadamente na produção de electricidade, permitindo diversificar o portfólio e diminuir os riscos. Como se tratam de fundos de acções, estes produtos acarretam algum risco.

Os três melhores fundos de energia a 12 meses:

-Fortis Equity Energy Europe é o melhor fundo do sector.
No top cinco das participações tinha no início de Setembro cinco petrolíferas;

-Franklin Natural Resources é o segundo melhor fundo desta categoria e investe sobretudo no continente americano;

-O Dexia Equities Europe Energy é o terceiro melhor fundo de energia, segundo a Morningstar. As maiores posições estão em empresas de petróleo.


Fonte: Economico

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Petróleo supera os 78 dólares com queda do dólar

Os preços do barril de crude registam hoje a nona sessão consecutiva de ganhos, impulsionado pela desvalorização do dólar, que aumenta o interesse na compra de matérias-primas.

Às 7h37, o barril de ‘brent’ (petróleo de referência para as importações portuguesas) para entrega em Novembro subia 0,27 dólares para os 78,04 dólares em Londres, enquanto que à mesma hora o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) crescia 0,24 dólares para 79,85 dólares em Nova Iorque.

Na semana passada, os preços do crude de referência para as importações nacionais acumularam uma subida de 10%, estando já a ganhar mais 1,70% esta semana.

Os especialistas explicam o facto dos preços do crude se estarem a manter em níveis elevados com a desvalorização do dólar norte-americano, bem como ao aumento das expectativas de que a retoma económica haverá de levar a um aumento da procura de combustíveis.

“O dólar parece estar com uma tendência de queda, e esperamos novas descidas, e isso vai sustentar a escalada do petróleo. Certamente que a procura de crude vai aumentar nos próximos anos ”, disse à Bloomberg Peter McGuire, gestor da CWA Global Markets.

Fonte: Economico

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Combustíveis sobem pela segunda vez em 6 dias

Os preços dos combustíveis voltaram a subir nos postos da Galp, BP e Repsol, apurou o Económico. Esta é a segunda actualização em menos de uma semana.
A Galp subiu o preço do litro do gasóleo em 1 cêntimo enquanto que o preço da gasolina ficou inalterado, avançou ao Económico fonte da empresa. Nos postos da petrolífera nacional o 'diesel' passou assim a custar 1,039 euros e a gasolina continua valer 1,269 euros por litro.
O mesmo sucedeu nos postos de abastecimento da BP. Um litro de gasolina custa agora 1,289 euros, mais 1 cêntimo que na passada quarta-feira, ao passo que o 'diesel' subiu 1,1 cêntimos para os actuais 1,039 euros por litro.
Quanto à Repsol, e com base nos dados do site da DGGE referentes aos preços praticados na zona de Lisboa, o litro do gasóleo custa agora 1,043 euros, mais 1 cêntimo que na semana passada, enquanto a gasolina custa os mesmos 1,279 euros por litro.
Já a Cepsa deixou os preços inalterados. Um litro de gasolina continua a valer 1,272 euros enquanto que o 'diesel' vale 1,032 euros por litro.
Esta é a segunda actualização em menos de uma semana. Na passada quarta-feira, todas as petrolíferas de referência nacional subiram os preços dos combustíveis entre 0,5 e 1 cêntimos.
A fixação do preço do combustível é feita com base no valor médio da gasolina e do gasóleo do mercado europeu ao longo da semana anterior. O preço fixado na rede tem em conta o nível de concorrência, da oferta e da procura em cada mercado e do nível de custos fixos de cada posto.

Fonte: Economico

EDP aproveita apoios de Obama para a energia solar

O objectivo é aproveitar os incentivos da administração Obama para as renováveis.
Depois das eólicas, a energia solar será a nova grande aposta da EDP na área das renováveis. A empresa liderada por António Mexia pretende investir em projectos de produção de energia fotovoltaica nos EUA.
"Em relação à energia solar, estamos principalmente a considerar o mercado norte-americano. Acreditamos que esta estratégia faz mais sentido: está mais próxima dos grandes centros de consumo e porque o custo de oportunidade do solo é muito mais barato do que na Europa", afirmou António Mexia numa entrevista ao canal Bloomberg, no final da semana passada.


Fonte: Economico

Petróleo continua nos 77 dólares com possível retoma da procura

Os preços do barril de crude mantêm-se nos 77 dólares por barril em Londres, devido à especulação de que a procura global de combustíveis vai subir devido à retoma económica.

Às 7h37, o barril de ‘brent’ (petróleo de referência para as importações portuguesas) para entrega em Novembro seguia inalterado nos 76,99 dólares em Londres, enquanto que à mesma hora o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) crescia 0,01 dólares para 78,54 dólares em Nova Iorque.

Na semana passada, os preços do crude de referência para as importações nacionais acumularam uma subida de 10%.

Os especialistas explicam o facto dos preços do crude se estarem a manter em níveis elevados com o facto de ser esperado que sejam divulgados mais indicadores positivos nos Estados Unidos, o maior consumidor mundial de combustíveis, o que dará a entender que a procura haverá de aumentar no futuro.

“Tudo somado, o cenário para o petróleo parece bastante positivo, tendo estado a reagir a uma boa quantidade de dados económicos que têm vindo dos EUA, que começa a dar sinais de recuperação ”, disse à Bloomberg Geoff Glear, director para as matérias-primas do Australian & New Zealand Banking Group.

Fonte: Economico

Galp sobe 2% e dá energia ao PSI 20

A bolsa praça nacional está em alta, com 18 títulos positivos, destacando-se a forte subida dos títulos da Galp Energia para novos máximos de 13 meses.
O PSI 20 ganhava 0,50% para 8.860,67 pontos, em linha com os mercados europeus, que se encontram em alta depois da britânica National Express ter anunciado que recebeu uma Oferta de Aquisição “altamente preliminária” por parte da Stagecoach Group.
Em Lisboa, as atenções centravam-se na Galp Energia, que avançava 2,08% para 12,51 euros, depois de ter já tocado num novo máximo desde Setembro de 2008 nos 12,62 euros, estando a negociar sem direito ao primeiro dividendo do exercício de 2009. Na sua edição de hoje, o Diário Económico revela que a brasileira Petrobras quer estender a África a parceria que tem que a petrolífera portuguesa.
Ainda no sector energético, a EDP avançava 0,42% para 3,14 euros, depois de ter anunciado que a sua distribuição de electricidade em Portugal e Espanha recuou 2,6% nos nove primeiros meses do ano. O Diário Económico adianta hoje que a energética liderada por António Mexia tenciona aproveitar ao máximo os apoios oferecidos pela administração norte-americana para o investimento em energia solar.
Já a EDP Renováveis progredia 0,87% para 7,19 euros.
O sector da banca também impulsiona o índice de referência, com o BCP a avançar 0,47% para 1,06 euros, o BES a crescer 0,40% para 5,25 euros e o BPI a progredir 0,36% para 2,52 euros, depois de Fernando Ulrich ter dito na sexta-feira que o banco quer estender parcerias comerciais a Angola, com o BFA, e Brasil com o banco Itaú.
Em terreno negativo encontra-se a Portugal Telecom, que cai 0,14% para 7,99 euros. O Diário Económico revela hoje que a Caixa Geral de Depósitos não se opôs ao investimento da PT em fundos da Ongoing, ‘holding' que comprou 30% da Media Capital, dona da TVI.
Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, 18 subiam de cotação, a PT descia e a Teixeira Duarte permanecia inalterada.
O título mais negociado era o da Inapa, com 263 mil acções transaccionadas, seguida pela Sonae e BCP, com 214 e 126 mil papéis movimentados, respectivamente. O volume total de negócios ascendia aos 2,28 milhões de euros.

Fonte: Economico

Petróleo sobe 9% na semana com quebra das reservas dos EUA

Os preços do barril de crude superam os 76 dólares por barril em Londres, depois das reservas de gasolina dos Estados Unidos terem registado uma diminuição muito superior à esperada.
Às 7h31, o barril de ‘brent’ (petróleo de referência para as importações portuguesas) para entrega em Novembro disparava 2,0 dólares para 76,45 dólares em Londres, enquanto que à mesma hora o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) ganhava 0,28 dólares para 77,86 dólares em Nova Iorque.
Desde segunda-feira, os preços do crude de referência para as importações nacionais acumulam já uma subida de 9,21%.
Os especialistas explicam esta subida com o facto de ontem o Departamento de Energia dos EUA ter anunciado uma quebra cinco vezes maior do que a antecipada das reservas de gasolina da maior economia do mundo, bem como um maior uso da capacidade das refinarias.
“Temos em lugar todos os fundamentais que são necessários – um relatório positivo do Departamento de Energia e uma nova descida do dólar. Isto deu certamente um ímpeto aos preços, já que os aumentos estão a ser justificados ”, disse Mark Parvan, analista sénior do ANZ Banking Group, citado pela Bloomberg.

Fonte: Economico

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

EDP vai apostar no mercado de energia solar dos EUA

António Mexia, CEO da EDP, afirmou que a empresa considera os Estados Unidos como sendo o mercado mais atraente para se expandir na energia solar.
“Em relação à energia solar, estamos principalmente a considerar o mercado norte-americano. Acreditamos que esta estratégia faz mais sentido: está mais próxima dos grandes centros de consumo e porque o custo de oportunidade do solo é muito mais barato do que na Europa”, disse Mexia em entrevista à Bloomberg.
O Grupo EDP está presente nos EUA através da EDP Renováveis, que detém a empresa norte-americana de energia eólica Horizon Wind Energy, e estuda o desenvolvimento de projectos de energia solar, depois de ter construído parques eólicos desde o estado de Nova Iorque até ao estado do Oregon.
Às 10h09, a EDP seguia inalterada nos 3,18 euros.

Fonte: Economico

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

PSI 20 sobe com Galp em máximos de treze meses

A praça nacional está em alta com 18 títulos em alta, com os títulos da Galp a avançarem 1% para os valores mais elevados desde Setembro de 2008.
O PSI 20 abriu a subir 0,80% para 8.808,78 pontos, em linha com os mercados europeus, que se encontram positivos depois das tecnológicas Intel e ASML terem apresentado resultados superiores às estimativas.
Em foco está a Galp Energia, que subia 1,08% para 12,21 euros, o valor mais elevado dos últimos 13 meses, a beneficiar da escalada do petróleo para os valores mais altos do ano, enquanto a construtora Mota-Engil liderava os ganhos, ao disparar 2,21% para 4,39 euros.
Outra subida de relevo pertencia à Portugal Telecom, que disparava 1,15% para 7,90 euros, depois do ING ter revisto para 9,5 euros o seu preço-alvo para os títulos da operadora liderada por Zeinal Bava.
Na banca, o BCP avançava 1,17% para 1,03 euros, enquanto o BES progredia 0,36% para 5,22 euros e o BPI crescia 0,32% para 2,47 euros.
A Brisa valorizava-se por seu turno em 0,96% para 7,14 euros, enquanto que no grupo Sonae, a Sonae SGPS subia 0,83% para 0,97 euros, a Sonae Indústria disparava 1,98% para 2,77 euros e a Sonaecom cresia 0,15% para 2,06 euros.
Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, 18 subiam de cotação, enquanto a REN descia e a Teixeira Duarte permanecia inalterada.
O título mais negociado era o do BCP, com 873 mil acções transaccionadas, seguido pela Sonae e Glintt, com 308 e 141 mil papéis movimentados, respectivamente.

Fonte: Economico

Petróleo atinge máximo do ano com estimativas da OPEP

Os preços do barril de crude superaram os 73 dólares por barril, estando os investidores convencidos de que a recuperação económica acabará por levar a um crescimento da procura global.
Às 7h31, o barril de ‘brent’ (petróleo de referência para as importações portuguesas) para entrega em Novembro crescia 0,97 dólares para 73,37 dólares em Londres, enquanto que à mesma hora o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) avançava 0,96 dólares para 76,11 dólares em Nova Iorque.
Os especialistas explicam os ganhos do petróleo com a descida do dólar e a subida das bolsas asiáticas, bem como pelo facto de ontem a Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter revisto em alta as suas previsões de procura de crude para 2010.
“A subida de hoje foi causada por duas coisas: a revisão das estimativas da procura por parte da OPEP, e a queda continuada do dólar norte-americano. O mundo está simplesmente menos negativo em termos do crescimento da procura”, disse Victor Shum, analista sénior da Purvin & Gertz, citado pela Bloomberg.

Fonte: Economico

terça-feira, 13 de outubro de 2009

ANAREC diz que AdC admite combustíveis inferiores nos hipermercados

A ANAREC considera que o presidente da AdC, Manuel Sebastião, confirmou que os combustíveis vendidos nos hipermercados são de qualidade inferior aos restantes.
Manuel Sebastião, presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), disse recentemente que os combustíveis vendidos nos hipermercados são “mais simples” do que os de marca, mas que “cumprem todos os requisitos legais”, sendo vendidos por menos 10 cêntimos do que os das petrolíferas.
"A ANAREC (Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis) congratula-se por esta entidade vir a terreno dar razão às suas críticas", sustenta a associação em comunicado, citado pela Lusa, onde adianta que "Manuel Sebastião veio, finalmente, a público explicar de uma forma clara que os combustíveis à venda nos hipermercados são diferentes na sua composição".
Virgílio Constantino, presidente da ANAREC, acrescentou que "este poderá ser o primeiro passo para se começar a esclarecer, de facto e com a verdade, todos os consumidores sobre a existência de dois diferentes tipos de produtos à venda no mercado português, com qualidade e resultados muito diferentes".
"O combustível agora designado de 'produto mais simples' é um produto base, sem qualquer tipo de aditivo. Os combustíveis de marca incorporam aditivos que permitem a protecção do motor do veículo, um menor consumo de combustível e um maior respeito pelo meio ambiente, através do cumprimento de todas as directivas comunitárias aplicadas ao produto", sublinha.

Fonte: Economico