O Goldman Sachs acredita que a "robusta" procura de combustíveis na China vai impulsionar os preços do petróleo, que deverão atingir os 85 dólares por barril no final do ano.
"A procura de petróleo na China comanda o processo e os EUA surgem logo a seguir", defendem os analistas do Goldman numa nota de análise divulgada hoje, na qual referem acreditar na recuperação do consumo de petróleo nos mercados emergentes, o que vai impulsionar os preços do crude.
As necessidades de produtos refinados na China, o segundo maior consumidor de energia do mundo, aumentaram em 600 mil barris por dia no terceiro trimestre do ano, isto pelo facto de a economia do país ter crescido 8,9% entre Julho e Setembro, explicam os mesmos peritos.
O Goldman Sachs estima que o barril de petróleo vai chegar aos 82,50 dólares ainda neste trimestre e rondará, em média, os 110 dólares em 2010, defendendo que os "fundamentais seguem na direcção correcta", mesmo apesar da procura nos EUA continuar fraca.
O contrato de Novembro do West Texas Intermediate, petróleo de referência nos Estados Unidos, negociava hoje a perder 0,52% para 80,08 dólares o barril em Nova Iorque, enquanto o ‘brent’, a referência para as importações portuguesas, recuava 0,42% para os 78,59 dólares em Londres. Esta é a terceira sessão consecutiva de perdas, depois de na passada quarta-feira os preços do petróleo terem tocado máximos de um ano.
Fonte: Economico
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Euribor a três meses é a única a subir
As maturidades europeias registaram hoje uma evolução mista, com o prazo mais usado nos empréstimos às empresas em Portugal a subir pela primeira vez em dez sessões.
A Euribor a seis meses, a mais usada nos créditos à habitação em Portugal, desceu para 1,017%, enquanto a taxa a doze meses recuou para os 1,251%. Já a maturidade a três meses, a mais usada nos empréstimos às empresas, subiu para 0,731%.
As Euribor costumam seguir a taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) e influenciam directamente a prestação da casa das famílias e o custo dos empréstimos dos bancos às empresas.
Fonte: Economico
A Euribor a seis meses, a mais usada nos créditos à habitação em Portugal, desceu para 1,017%, enquanto a taxa a doze meses recuou para os 1,251%. Já a maturidade a três meses, a mais usada nos empréstimos às empresas, subiu para 0,731%.
As Euribor costumam seguir a taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) e influenciam directamente a prestação da casa das famílias e o custo dos empréstimos dos bancos às empresas.
Fonte: Economico
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Euribor
Euro em novo máximo com sinais de retoma
A moeda única está em alta face ao dólar e negocia em novos máximos de 14 meses, impulsionada pela subida das bolsas asiáticas e pelos sinais de recuperação da economia mundial.
Às 9h05 o euro negociava a valer 1,504 dólares, depois de já ter atingido os 1,506 dólares durante a madrugada, estando nos valores mais elevados desde Agosto do ano passado.
Os especialistas explicam que a moeda única está a beneficiar com o avanço das bolsas asiáticas e com os sinais de retoma na economia global, factores que estão a reduzir o apetite dos investidores pelo dólar, considerado um investimento de refúgio em época de crise.
Amanhã serão conhecidos os indicadores relativos à confiança dos consumidores franceses e norte-americanos, e os economistas contactados pela Bloomberg esperam que tenha aumentado em ambos os casos em Outubro.
Fonte: Economico
Às 9h05 o euro negociava a valer 1,504 dólares, depois de já ter atingido os 1,506 dólares durante a madrugada, estando nos valores mais elevados desde Agosto do ano passado.
Os especialistas explicam que a moeda única está a beneficiar com o avanço das bolsas asiáticas e com os sinais de retoma na economia global, factores que estão a reduzir o apetite dos investidores pelo dólar, considerado um investimento de refúgio em época de crise.
Amanhã serão conhecidos os indicadores relativos à confiança dos consumidores franceses e norte-americanos, e os economistas contactados pela Bloomberg esperam que tenha aumentado em ambos os casos em Outubro.
Fonte: Economico
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