A ANAREC considera que o presidente da AdC, Manuel Sebastião, confirmou que os combustíveis vendidos nos hipermercados são de qualidade inferior aos restantes.
Manuel Sebastião, presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), disse recentemente que os combustíveis vendidos nos hipermercados são “mais simples” do que os de marca, mas que “cumprem todos os requisitos legais”, sendo vendidos por menos 10 cêntimos do que os das petrolíferas.
"A ANAREC (Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis) congratula-se por esta entidade vir a terreno dar razão às suas críticas", sustenta a associação em comunicado, citado pela Lusa, onde adianta que "Manuel Sebastião veio, finalmente, a público explicar de uma forma clara que os combustíveis à venda nos hipermercados são diferentes na sua composição".
Virgílio Constantino, presidente da ANAREC, acrescentou que "este poderá ser o primeiro passo para se começar a esclarecer, de facto e com a verdade, todos os consumidores sobre a existência de dois diferentes tipos de produtos à venda no mercado português, com qualidade e resultados muito diferentes".
"O combustível agora designado de 'produto mais simples' é um produto base, sem qualquer tipo de aditivo. Os combustíveis de marca incorporam aditivos que permitem a protecção do motor do veículo, um menor consumo de combustível e um maior respeito pelo meio ambiente, através do cumprimento de todas as directivas comunitárias aplicadas ao produto", sublinha.
Fonte: Economico
terça-feira, 13 de outubro de 2009
BES e PT impedem queda do PSI 20
Praça nacional encontra-se pouco alterada, sustentada pela subida dos títulos do Banco Espírito Santo e da Portugal Telecom.
O PSI 20 subia 0,12% para 8.853,41 pontos, face a uma Europa que começou a sessão em baixa, com os investidores a tomarem mais-valias, uma vez que os títulos se encontram aos preços mais caros relativamente aos resultados esperados dos últimos seis anos.
Em Lisboa, o foco vai para a banca, onde o BES avançava 0,57% para 5,33 euros, enquanto o BPI progredia 0,60% para 2,49 euros. Já o BCP seguia em contra-ciclo e descia 0,39% para 1,3 euros.
Igualmente a "puxar" pelo índice de referência seguia a Portugal Telecom, a ganhar 0,14% para 7,88 euros, ao passo que a Zon Multimédia crescia 0,57% para 4,95 euros.
Nota positiva também para a Mota-Engil, que cresce 0,16% para 4,40 euros, depois da Espírito Santo Research ter revisto em alta para os 5,2 euros o seu preço-alvo para os títulos da construtora liderada por Jorge Coelho.
No grupo Sonae, a Sonae SGPS ganhava 0,10% para 0,97 euros, a Sonae Indústria crescia 0,21% para 2,83 euros e a Sonaecom registava uma subida de 0,05% para 2,07 euros.
No sector energético, a EDP progredia 0,13% para 3,19 euros, enquanto a EDP Renováveis perdia 0,37% para 7,47 euros.
Também em queda encontrava-se a Galp Energia, ao deslizar 0,04% para 12,08 euros, depois dos analistas do BPI terem revisto em baixa para 12 euros o seu preço-alvo por acção para o título.
Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, 15 subiam de cotação e cinco desciam.
O título mais negociado era o do BCP, com 387 mil acções transaccionadas, seguido pela Sonae Indústria e EDP, com 137 e 62 mil papéis movimentados, respectivamente. O volume total de negócios ascende aos 1,94 milhões de euros.
Fonte: Economico
O PSI 20 subia 0,12% para 8.853,41 pontos, face a uma Europa que começou a sessão em baixa, com os investidores a tomarem mais-valias, uma vez que os títulos se encontram aos preços mais caros relativamente aos resultados esperados dos últimos seis anos.
Em Lisboa, o foco vai para a banca, onde o BES avançava 0,57% para 5,33 euros, enquanto o BPI progredia 0,60% para 2,49 euros. Já o BCP seguia em contra-ciclo e descia 0,39% para 1,3 euros.
Igualmente a "puxar" pelo índice de referência seguia a Portugal Telecom, a ganhar 0,14% para 7,88 euros, ao passo que a Zon Multimédia crescia 0,57% para 4,95 euros.
Nota positiva também para a Mota-Engil, que cresce 0,16% para 4,40 euros, depois da Espírito Santo Research ter revisto em alta para os 5,2 euros o seu preço-alvo para os títulos da construtora liderada por Jorge Coelho.
No grupo Sonae, a Sonae SGPS ganhava 0,10% para 0,97 euros, a Sonae Indústria crescia 0,21% para 2,83 euros e a Sonaecom registava uma subida de 0,05% para 2,07 euros.
No sector energético, a EDP progredia 0,13% para 3,19 euros, enquanto a EDP Renováveis perdia 0,37% para 7,47 euros.
Também em queda encontrava-se a Galp Energia, ao deslizar 0,04% para 12,08 euros, depois dos analistas do BPI terem revisto em baixa para 12 euros o seu preço-alvo por acção para o título.
Dos vinte títulos que compõem o PSI 20, 15 subiam de cotação e cinco desciam.
O título mais negociado era o do BCP, com 387 mil acções transaccionadas, seguido pela Sonae Indústria e EDP, com 137 e 62 mil papéis movimentados, respectivamente. O volume total de negócios ascende aos 1,94 milhões de euros.
Fonte: Economico
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PSI 20
Saiba como “fintar” as comissões cobradas pelos bancos
A Internet é, na maioria das vezes, uma solução que permite aos consumidores poupar alguns euros.
Os serviços bancários têm custos associados: comissões bancárias, taxas, entre outros nomes, significam alguns euros a menos na conta. Para conseguir reduzir ou eliminar alguns desses custos siga algumas das sugestões.
1. Use a internet
As operações através da banca online são, por norma, mais baratas do que ao balcão ou através da banca telefónica. Em alguns casos, as operações através da Internet são mesmo gratuitas. Por exemplo, no caso das transferências a Internet é o melhor local, uma vez que alguns bancos não cobram qualquer custo pela realização destas operações. Também a requisição de cheques através da Internet permite uma poupança ainda considerável, comparativamente, ao balcão.
2. Conta ordenado
Uma das vantagens das contas ordenado é que nestes casos não é cobrada a comissão de gestão de conta. As contas à ordem podem ser correntes ou ordenado, caso esteja disposto a domiciliar o salário ou a pensão no banco. As últimas têm associado um crédito automático e são mais baratas. Isto porque a maioria não cobra despesas de manutenção, nem as anuidades dos cartões de débito e/ou crédito. Alguns bancos oferecem ainda as cadernetas de cheques, assim como transferências pela Internet com número de identificação bancária (NIB).
3. Cartões de crédito
O valor da anuidade pode ser um dos principais critérios na altura de escolher o cartão de crédito, sobretudo para quem opte pelo pagamento a 100%. Há casos em que a anuidade é mesmo gratuita, no primeiro ano. No entanto, deve ter atenção à anuidade cobrada nos anos seguintes. O valor da depende da gama do cartão (Classic ou Gold/Premier/Platinium). Por norma, as gamas mais baixas têm anuidades mais baratas. Verifique todas as propostas do banco e talvez encontre um cartão com uma anuidade reduzida ou mesmo nula.
4. Bancos online
Estes bancos, conhecidos como bancos online, por não terem balcões físicos, conseguem poupar nos custos e oferecer melhores preços também aos clientes. São ideais para quem lida bem com novas tecnologias.
5. Consolidar
Consolidar os seus produtos e serviços na mesma instituição pode também, nalguns casos, ser vantajoso. Isto porque ao ter os produtos todos no mesmo banco, em princípio, pagará menos pelos serviços, além de o banco oferecer melhores taxas no crédito. É importante que avalie o custo das comissões cobradas pelos serviços que utiliza, para saber se compensa.
Fonte: Economico
Os serviços bancários têm custos associados: comissões bancárias, taxas, entre outros nomes, significam alguns euros a menos na conta. Para conseguir reduzir ou eliminar alguns desses custos siga algumas das sugestões.
1. Use a internet
As operações através da banca online são, por norma, mais baratas do que ao balcão ou através da banca telefónica. Em alguns casos, as operações através da Internet são mesmo gratuitas. Por exemplo, no caso das transferências a Internet é o melhor local, uma vez que alguns bancos não cobram qualquer custo pela realização destas operações. Também a requisição de cheques através da Internet permite uma poupança ainda considerável, comparativamente, ao balcão.
2. Conta ordenado
Uma das vantagens das contas ordenado é que nestes casos não é cobrada a comissão de gestão de conta. As contas à ordem podem ser correntes ou ordenado, caso esteja disposto a domiciliar o salário ou a pensão no banco. As últimas têm associado um crédito automático e são mais baratas. Isto porque a maioria não cobra despesas de manutenção, nem as anuidades dos cartões de débito e/ou crédito. Alguns bancos oferecem ainda as cadernetas de cheques, assim como transferências pela Internet com número de identificação bancária (NIB).
3. Cartões de crédito
O valor da anuidade pode ser um dos principais critérios na altura de escolher o cartão de crédito, sobretudo para quem opte pelo pagamento a 100%. Há casos em que a anuidade é mesmo gratuita, no primeiro ano. No entanto, deve ter atenção à anuidade cobrada nos anos seguintes. O valor da depende da gama do cartão (Classic ou Gold/Premier/Platinium). Por norma, as gamas mais baixas têm anuidades mais baratas. Verifique todas as propostas do banco e talvez encontre um cartão com uma anuidade reduzida ou mesmo nula.
4. Bancos online
Estes bancos, conhecidos como bancos online, por não terem balcões físicos, conseguem poupar nos custos e oferecer melhores preços também aos clientes. São ideais para quem lida bem com novas tecnologias.
5. Consolidar
Consolidar os seus produtos e serviços na mesma instituição pode também, nalguns casos, ser vantajoso. Isto porque ao ter os produtos todos no mesmo banco, em princípio, pagará menos pelos serviços, além de o banco oferecer melhores taxas no crédito. É importante que avalie o custo das comissões cobradas pelos serviços que utiliza, para saber se compensa.
Fonte: Economico
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Dicas
Petróleo recua de máximo de sete semanas com procura nos EUA
Os preços do barril crude estão a registar a primeira queda em quatro sessões, devido aos receios dos investidores de que a procura por parte das refinarias irá diminuir.
Às 7h31, o barril de ‘brent’ (petróleo de referência para as importações portuguesas) para entrega em Novembro deslizava 0,15 dólares para 71,21 dólares em Londres, enquanto que à mesma hora o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) perdia 0,21 dólares para 73,06 dólares em Nova Iorque.
Os especialistas explicam o recuo dos preços do crude com os receios de que a procura por parte das refinarias vá diminuir, uma vez que estas irão começar a encerrar para trabalhos de manutenção, antes do Inverno no Hemisfério Norte.
Em adição, o mercado espera pelos dados que serão divulgados esta semana pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, que poderão mostrar um aumento das reservas dos EUA.
“Muitas refinarias vão fechar para manutenção entre meados de Outubro e Novembro, pelo que tipicamente devemos assistir a um crescimento das reservas. Não vejo qualquer razão para os preços do crude subirem acima dos 75 dólares”, disse Clarence Chu, operador da Hudson Capital Energy, citado pela Bloomberg.
Fonte: Economico
Às 7h31, o barril de ‘brent’ (petróleo de referência para as importações portuguesas) para entrega em Novembro deslizava 0,15 dólares para 71,21 dólares em Londres, enquanto que à mesma hora o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) perdia 0,21 dólares para 73,06 dólares em Nova Iorque.
Os especialistas explicam o recuo dos preços do crude com os receios de que a procura por parte das refinarias vá diminuir, uma vez que estas irão começar a encerrar para trabalhos de manutenção, antes do Inverno no Hemisfério Norte.
Em adição, o mercado espera pelos dados que serão divulgados esta semana pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, que poderão mostrar um aumento das reservas dos EUA.
“Muitas refinarias vão fechar para manutenção entre meados de Outubro e Novembro, pelo que tipicamente devemos assistir a um crescimento das reservas. Não vejo qualquer razão para os preços do crude subirem acima dos 75 dólares”, disse Clarence Chu, operador da Hudson Capital Energy, citado pela Bloomberg.
Fonte: Economico
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Crude
BES absorve 25% do investimento dos fundos em acções nacionais
Os títulos do BES continuaram a ser a grande aposta dos gestores de fundos de investimento em Setembro, representando 25% do total das aplicações em cotadas nacionais.
Um relatório divulgado hoje pela CMVM mostra que as aplicações nas acções do banco liderado por Ricardo Salgado subiram 6,7% em Setembro face a Agosto.
O regulador adianta ainda que BES continua a ser o título nacional com mais peso na carteira dos gestores de fundos, que têm 226,6 milhões de euros investidos no banco, o que representa 25% do investimento total em empresas nacionais.
No mês passado, as acções do BES valorizaram 5,6%, acumulando ganhos de 25% este ano.
O regulador da bolsa portuguesa revela ainda que as aplicações em acções nacionais e estrangeiras subiram 15% e 8,6%, respectivamente, em Setembro.
Fonte: Economico
Um relatório divulgado hoje pela CMVM mostra que as aplicações nas acções do banco liderado por Ricardo Salgado subiram 6,7% em Setembro face a Agosto.
O regulador adianta ainda que BES continua a ser o título nacional com mais peso na carteira dos gestores de fundos, que têm 226,6 milhões de euros investidos no banco, o que representa 25% do investimento total em empresas nacionais.
No mês passado, as acções do BES valorizaram 5,6%, acumulando ganhos de 25% este ano.
O regulador da bolsa portuguesa revela ainda que as aplicações em acções nacionais e estrangeiras subiram 15% e 8,6%, respectivamente, em Setembro.
Fonte: Economico
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